Educação é aquilo que fica
depois que você esquece o
que a escola ensinou.

Albert Einstein

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Via Sacra 2010

Unidade Escolar Princesa Isabel
Rua do Eucalipto s/n – Bairro da Piaba
Nova Olinda do Maranhão - MA

Em 2010, na semana da Páscoa foi realizado o Projeto Via Sacra, um trabalho de Arte, encenado por alunos(as) do fundamental maior do turno vespertino, sob a organização da professora Márcia e participação da professora Jandira. O  Projeto foi apresentado no pátio da escola, passando pelas principais ruas do Bairro da Piaba. Que fica nas proximidades da escola.








































































 














sábado, 25 de dezembro de 2010

Visita ao Centro Histórica de São Luis - 2010

                                                                            
Unidade Escolar Princesa Isabel
Rua do Eucalipto s/n – Bairro da Piaba
Nova Olinda do Maranhão – MA

Nos dias 02 e 03 de dezembro de 2010 - 27 alunos (as) e 13 professores (as) da  U. E. Princesa Isabel, realizaram uma aula-passeio, visitando o Centro Histórico de São Luis. Onde se observou que as ruas do Centro Histórico de São Luís são famosas pela beleza e pela atmosfera, pois são repletas de imponentes casarões coloniais de arquitetura portuguesa, com fachadas de azulejos, e apresentando calçadas com pedras de cantaria - o que determinou a conquista do título de Patrimônio Cultural da Humanidade. 

São Luis também é conhecido como a “Cidade dos Azulejos”, já que a maior parte dos edifícios foi revestida com azulejos. Por onde quer que você vá ao centro histórico de São Luis se vê as belas fachadas decoradas com os azulejos portugueses.





A professora Elizeuda e a diretora Antonia Maria, acompanhadas de alunos...

Comercialização de Produtos Artesanais do Maranhão.


O guia Augusto, explincado todo o trajeto do passeio.


 A professora Eleny e Jaciene acompanhando os alunos....

A diretora Antonia Maria: as professoras Antonia e Zilmar com um grupo de alunos...


No entanto, na beleza do centro histórico há algumas ameaças com os prédios, que esperam por uma restauração.




Beco Catarina Mina.
Um dos pontos históricos conhecido pelos alunos(as), foi o Beco Catarina Mina, que é uma escadaria de 35 largos degraus em pedras de lioz, datada do século XVIII, ganhou o nome em homenagem a uma bela escrava que, a partir do trabalho árduo e "favores” prestados aos coronéis portugueses, comprou a própria alforria. O nome do beco é uma homenagem à negra Catarina Rosa de Jesus Ferreira, negra bonita e inteligente, que fez fortuna e era conhecia pela sua insinuante meiguice, com a qual enfeitiçava os homens ricos da Praia Grande.







Casa de Nhozinho


 Nhozinho

Os alunos vizitaram também o Museu Casa de Nhozinho, que está instalado em um dos mais imponentes prédios coloniais do Centro Histórico, com quatro andares e fachada recoberta de azulejos. O nome do espaço é uma homenagem ao artesão maranhense que, ao longo da vida, confeccionou brinquedos e figuras do folclore em buriti. No acervo da casa estão inúmeras obras de Nhozinho, com destaque para as delicadas miniaturas de personagens do Bumba-Meu-Boi. Também estão expostos objetos e artefatos do cotidiano regional, como pilões, carro de boi, utensílios de pesca e artesanato indígena.




























O Teatro Arthur Azevedo
Os alunos visitaram também o Teatro Arthur Azevedo, onde ficaram sabendo que, o Teatro é o segundo mais antigo do Brasil, foi fundado em 1817, com o nome de Teatro da União. Baseado no chamado teatro de platéia italiano, apenas em 1922 ganhou o nome atual. Funcionou como cinema entre 1940 e 1966 e, abandonado, acabou em ruínas. Em 1989, quando apenas a fachada original ainda resistia, foi demolido e reconstruído de acordo com o projeto original. Atualmente tem capacidade para 750 espectadores, distribuídos por quatro andares. A bela obra em estilo neoclássico ficou abandonada por cerca de 30 anos. Desde 2006, a casa é aberta ao público para visitas guiadas e espetáculos.



                               




A Cafua das Mercês (museu do negro).

Antigo mercado de escravos do século XIX, a Cafua das Mercês, nesta época, servia como centro receptor de escravos. Foi reformado em 1975, conservando as características originais da construção, para proporcionar maior conforto aos visitantes e tem em seu acervo coleção de arte africana, objetos do culto afro-maranhense e peças utilizadas por escravos em cerimônias e cultos, além de instrumentos utilizados em torturas e castigos. Em sua área externa encontra-se uma réplica do pelourinho, que estava localizado anteriormente no Largo da Igreja do Carmo.

Réplica de um pelourinho dentro da Cafua, porque pelourinho original só existe dois: em Salvador e em Alcântara, interior do Maranhão.



Convento das Mercês
Convento das Mercês (construído em 1654 e inaugurado pelo padre Antônio Vieira, onde funcionava a sede do antigo Convento da Ordem dos Mercedários). Hoje "Fundação da Memória Republicana", apenas um reduto de documentos pertencentes a José Sarney; inclusive o carro de presidente da república usado por ele.
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O 27 alunos que participaram da aula-passeio em São Luis do Maranhão,
pousando para foto em frente o Convento Das Mercês.





Os aluno(as) posando para foto junto a estátua do ex-presidente da república, José Sarney.


Veículo-CARAVAN CHEVROLET 1985
Pertencente a Srª Marly Sarney, usado pelo Presidente José Sarney, para deslocamento à sua fazenda do Pericumã.

                      Professor(as) e alunos(as) visistando as dependências do Convento das Mercês.

 Os alunos (as) conheceram o Museu Histórico e Artístico do Maranhão.  Onde observaram que, as peças existentes no Museu, estão em perfeito estado de conservação, que remonta a grandeza e requinte da sociedade da época. Os objetos em exposição - mobiliários, porcelanas, vidros e cristais - reconstituem os ambientes das ricas residências maranhenses dos séculos XIX e XX.


Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho
Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho
Sediado num sobrado colonial de três pavimentos, mantém um grande acervo com peças das diversas manifestações culturais (bumba-meu-boi, tambor de crioula, carnaval, dança do coco etc.) e religiosas (tambor de mina, Festa do Divino etc.) do estado. Além disto, possui objetos da cultura indígena e artesanatos.












Fonte do Ribeirão

  

 Em 1615, as tropas que expulsaram os franceses de São Luís, acamparam na nascente que deu origem a Fonte das Pedras. Construída em 1796 para abastecer a cidade, tem o pátio revestido com pedras de cantaria. Suas janelas gradeadas dão acesso às galerias subterrâneas que passam pelo centro histórico. A fonte possui cinco jorros de água que saem da boca de carrancas e esculturas. A água vem de uma nascente, por galerias subterrâneas que cortam o Centro Histórico.

Lagoa da Jansen
Os alunos tiveram a oportunidade de conhecerem a Lagoa da Jansen, um belo parque ecológico em torno da mais famosa lagoa de São Luís. São 6 mil metros quadrados de área com restaurantes, quadras poliesportivas, ciclovias,e muito espaço para quem gosta de ar puro e espaço livre. Inaugurado no final de 2001 pela governadora Roseana Sarney, o local se transformou imediatamente num grande centro de convivência, com alta freqüência de moradores e de pessoas que visitam a cidade.

                                       
A lagoa leva o nome de Ana Janssen, figura que já virou folclórica na história do Maranhão. Conhecida por ser uma mulher politizada e a frente do seu tempo, acumulou uma coleção de inimigos e admiradores.


                                    
                                    Lenda da serpente
Diz à lenda que na bela ilha de São Luís - MA vive uma serpente adormecida que cresce um pouco a cada dia. A sua cabeça encontra-se na Fonte do Ribeirão, a barriga encontra-se na Igreja Ducarmo e a cauda na Igreja São Pantaleão. No dia em que a serpente acordar e sua cauda encostar a cabeça, a ilha será destruída pela serpente e tragada pelo oceano.


Durante o passeio, professor(as) e aluno(as) deram uma paradinha para visitarem a Praia do Calhau.




                                     


































E para finalizar nosso passeio com chave de ouro, tomamos um belo banho de piscina no clube da Editora FTD (onde ficamos hospedados por dois dias).